Cicloturismo na Cuesta é uma das opções para conhecer a região

Quando pensamos em cicloturismo, normalmente nos referimos às viagens feitas pedalando até o destino. Mas, como subir a Cuesta a bordo de uma magrela pode não ser uma tarefa das mais fáceis, nós sugerimos três roteiros diferentes, que saem aqui dos nossos chalés. Como as distâncias são curtas, não precisa ser um atleta de elite para fazer o percurso e conhecer alguns pontos da nossa região. Então, pode desencostar essa bicicleta e preparar o condicionamento físico.

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O que você precisa para ter um fim de semana de aventura inesquecível? Para os nossos hóspedes, Mariane e Fábio, a receita é bem simples: basta pegar um fusca clássico com rodas cromadas, prender duas bicicletas no teto, subir a Cuesta de Pardinho e desfrutar da nossa hospitalidade com uma garrafa de vinho! A partir daí, a aventura já está garantida. As estradas da nossa região são tranquilas e possuem lindas paisagens, perfeitas para praticar o cicloturismo. Para se ter uma noção da popularidade, nossa cidade é sede de uma das etapas do Brasil Ride. Se você quer praticar o esporte ou só está a fim de passear sem compromisso, aqui é o lugar certo! Traga sua bike para conhecer o nosso chalé estilo suíço, com capacidade para até 05 pessoas. A parte mais difícil é colocar todas as “magrelas” no carro. Quer saber mais? Então entre em contato: WhatsApp (14) 9 9674-4154 ou [email protected] Estamos a menos de 2 horas de São Paulo. Conheça nosso chalé: https://chalesdacuesta.com.br/ #chalesdacuesta #cuestadebotucatu #botucatu #pardinho #chalés #polocuesta #botucatuterradaaventura #chalésdacuesta #proximoasp#natureza #aventura #viagem #turismo #turismodeaventura #turismoecologico #ecoturismo #montainbike #bike #cicloturismo #bikenaveia #bicicletas #pedal #pedalando

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Por que uma bicicleta?

Claro que os passeios podem ser realizados em carros, mas, como as nossas vias são tranquilas e, muitas vezes, bem pavimentadas, essa é uma boa oportunidade para fazer um passeio diferente. Na verdade, a região é tão boa para pedalar que é palco de importantes provas do ciclismo de estrada nacional, como as etapas da Brasil Ride.

Encante-se com o percurso que remete as charmosas estradas européias. A prova que se desenvolve na desafiadora Cuesta de…

Posted by Brasil Ride on Wednesday, April 25, 2018

Quando você faz um passeio desses pedalando, a sensação de liberdade e a contemplação são muito mais intensas. Claro, lembre-se que não estamos em um parque fechado. Então, todo o cuidado com a segurança e respeito às leis de trânsito é fundamental.

Além disso, a bicicleta é um ótimo exercício físico e um meio de transporte amigo do meio ambiente. Nada mais justo para alguém que está em contato com a natureza.

Ida até a cidade de Pardinho

A primeira coisa que você precisa fazer para testar o seu equilíbrio é ir até a cidade de Pardinho. Como os nossos chalés estão um pouco abaixo do nível da estrada, a primeira parte talvez te exija um pouco de oxigênio. Mas não se preocupe, é só um trecho.

Até o centro, são pouco mais de três quilômetros e não deve passar muito dos 20 minutos de pedal. Chegando lá, não deixe de conhecer a praça da matriz e o Centro Cultural Max Feffer, estrutura idealizada pelo Instituto Jatobá, que é referência em arquitetura sustentável, além de abrigar a maior viola do mundo.

Cicloturismo na Cuesta é uma das opções para conhecer a região - Igreja de Pardinho

Fazenda dos Bambus

Ao sair de Pardinho, a melhor via para passear com a magrela é a Rodovia Visconde do Rio Branco. Logo no primeiro acesso à direita, ao pegar uma estradinha de terra, você vai chegar na Fazenda dos Bambus, local especializado na plantação de bambus com uma variedade de 1.600 espécies. O lugar é tão interessante que já foi até pauta do programa Revista de Sábado, da TV TEM.

Como a visitação é restrita, nem sempre é possível conhecer o interior da fazenda. Porém, ao passar na estrada, você estará pedalando no meio de uma autêntica plantação de bambu. Vale a pena a sensação!

O trajeto tem pouco mais de quatro quilômetros de extensão, partindo do centro de Pardinho. A má notícia é que você precisa superar um aclive de 103 metros. Não desista!

Cicloturismo na Cuesta é uma das opções para conhecer a região - Gigante Deitado

Tirolesa do Gigante e Venda do Vivan

Se você optar por não pegar o acesso para a Fazenda dos Bambus, a melhor sugestão é seguir em frente na Rodovia Visconde do Rio Branco. É um trajeto mais longo, pouco mais de seis quilômetros, mas a recompensa é grande: a melhor vista do Gigante Adormecido.

Durante o trajeto, você já vai se deparar com as paisagens mais famosas da nossa região, mas é na Venda do Vivan que você encontra o mirante mais famoso. Além disso, lá é o lugar ideal para se hidratar e recuperar as pernas.

Se a ideia é viver um passeio de aventura, então aproveite para conhecer a Tirolesa do Gigante e sua descida de 800 metros.

Cicloturismo na Cuesta é uma das opções para conhecer a região - Tirolesa

De volta ao chalé

Claro que a estrada segue em frente. Porém, não se esqueça que você ainda precisa voltar para o chalé. Da Venda do Vivan até o Chalés da Cuesta são precisos nove quilômetros, que devem demorar quase 50 minutos. Por isso, dependendo do seu preparo físico, é preciso economizar bastante energia.

Porém, assim que você chegar de volta, vai ter um banho quentinho e a cama pronta para elevar as pernas e descansar o resto da noite. Antes de fazer o passeio, não se esqueça de passar bastante protetor solar e beber água durante todo o percurso.

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Além de ser um ótimo exercício para o corpo e mente, pedalar pela Cuesta é uma das melhores formas de conhecer a região.